 |



|
Meu Perfil
BRASIL, Sul, LONDRINA, CENTRO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Livros, Cinema e vídeo, Cultura, esporte, política Outro - orkut
|
Histórico
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
|
| |
 |
 |
|
| |
“Estatística na Câmara Municipal”
Versão original de carta publicada no Jornal de Londrina em 10/07/2008.
Consultando o mecanismo de pesquisas no sítio da Câmara Municipal de Londrina, me deparei com alguns dados muito interessantes de como os vereadores manobraram para que as aprovações de loteamentos ficassem, digamos, mais próximas a seus domínios. De 1984 para 1997 as alterações foram tantas, que desconfiguraram a idéia original e os cuidados que o legislador teve e que garantiam à época, a participação dos moradores e representantes da sociedade civil, para consultas sobre a alteração das categorias de classificação de residencial para comercial e seus níveis em seus bairros. O problema maior é que esta é uma prerrogativa constitucional, mas que foi vilipendiada pela ação corrupta de agentes públicos que agora vem à tona pela ação do Ministério Público. Para encerrar, escolhi aleatoriamente dez temas para checar quantas vezes retornavam no campo de busca “Leis”. Em décimo lugar, idoso com 44; 09º) menor com 47; 08º) mulher, 83; 07º) segurança, 96; 06º) trabalho, 110; 05º) educação, 287; 04º) desenvolvimento, 413; 03º) saúde, 429; 02º) assistência social, 488 e em primeiríssimo lugar zoneamento, com 718 ocorrências. Ainda bem que o Legislativo não versa sobre matéria financeira, não diretamente. Em tempo: essa pesquisa não tem qualquer cunho científico!
Escrito por zeluiz às 05h22
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
“Tratar desigualmente os desiguais”
Carta publicada no Jornal de Londrina em 13/07/2008.
Victor Cousin, filósofo francês (1792-1867), perpetuou a frase acima, referindo-se à verdadeira igualdade. Assim é que pretendo interpretar a matéria de domingo (07/07) de Stella Meneghel, sobre o IDEB em Londrina. O legislador há algumas décadas, por culpa do não cumprimento legal por parte dos governos executivos, engessou os orçamentos de áreas como saúde e educação, impondo os investimentos mínimos e criando as verbas “carimbadas” em aplicações específicas. Valores são aplicados uniformemente em locais onde hoje, a presença de escolas públicas é no mínimo questionável. Os três níveis de governo, precisam tratar desigualmente comunidades desiguais. Estranho seria a escola melhor colocada, numa das regiões mais nobres da cidade não conseguisse alcançar bons índices. Seria mais coerente fornecer bolsas às crianças mais carentes que ainda vivem em regiões mais nobres – lembrar que o Guanabara mudou por conta do projeto CURA na década de 70 - e aplicar maciçamente recursos nas regiões mais pobres do município. É preciso criatividade, vontade política e uma junção de esforços brutal dos entes citados, para interferir positiva e rapidamente no problema educacional.
Escrito por zeluiz às 05h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
Tolerância zero pega?
Versão original de carta publicada no Jornal de Londrina em 03/07/2008.
No editorial de 01/07, o JL aborda a recente lei que vai punir motoristas que estiverem ao volante com taxa etílica superior à aprovada na nova lei brasileira. O nome correto do aparelho aliás é etilômetro - não bafômetro - e pode ser comprado pela internet por cerca de R$ 500,00. O problema é que nem todas as cidades possuem o dito cujo. Começa aí aquela coisa da lei que pega e lei que não pega. Fizeram uma lei duríssima, o que faz lembrar o Código de Trânsito. Pra que tem memória curta, vou lembrar de um só dos exageros: multar o pedestre que atravessasse fora da faixa! No caso dos flagrados agora, advogados estão aconselhando seus clientes a não se submeterem ao teste, não fazer isso ou aquilo, o que se constatou em recente reportagem de jornais de São Paulo. Juristas respeitados acham um exagero a prisão de infratores, conforme a dosagem detectada e a persistência dela no organismo, que varia de pessoa para pessoa. Aí perguntaram se não havia um cheirômetro, para quem estiver bolado. E não é que ele já existe? Em reportagem da TV Globo, foi apresentado um aparelho que analisa o comportamento da pupila do cidadão, inicialmente utilizado para motoristas que exageram na jornada nas estradas, mas dá a ficha se a pupila estiver sei lá, paradona, tá ligado?
Escrito por zeluiz às 05h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
| |
|
 |
|